En estos caminos electrónicos viaja la rebeldía
que sueña y sueña ...
Y cuando el sueño es de muchos y se sueña juntos... es REALIDAD.”
fragmento: declaración de principios de ALIA*

miércoles, septiembre 16, 2009

ECUADOR: Sin consenso en la Unasur


CANCILLERES Y MINISTROS NO PUDIERON SACAR UN DOCUMENTO CONJUNTO
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Colombia se opuso a dar garantías formales sobre la actividad que realizarán las tropas norteamericanas en su territorio. Pese a tener el acuerdo de los otros once países de la Unasur, no se pudo aprobar el documento.

La reunión de cancilleres y ministros de Defensa de la Unasur concluyó ayer en Quito sin consenso por la negativa colombiana de dar garantías formales sobre la actividad que se desarrollará en las bases norteamericanas que se instalarán en su territorio. “Tuvimos flexibilidad y se hizo un gran esfuerzo. Se avanzó en la inclusión de algunos mecanismos de consenso y se redactó un borrador importante pero no se pudo sacar el documento conjunto”, explicó anoche el canciller Jorge Taiana desde el aeropuerto de Quito junto a la ministra Nilda Garré poco antes de subir al avión que los traería de vuelta. El ministro colombiano de Defensa, Gabriel Silva, justificó el desacuerdo: “Aquí tiene que haber garantías no sólo para uno sino para todos”.

El encuentro de ministros fue el resultado de la cumbre de presidentes del bloque que se reunió en Bariloche el pasado 28 de agosto. Supuestamente, cancilleres y ministros de Defensa se encargaría en poner en detalle y por escrito lo conversado por los presidentes en cuanto a la instalación de bases en Colombia. Pero desde el vamos todo estuvo más complicado que lo imaginado.

Ya los funcionarios que habían viajado con anticipación habían mantenido extensas reuniones hasta el lunes a la medianoche sin llegar a un consenso. La situación se repitió ayer con los ministros. Como en Bariloche, el encuentro se extendió algunas horas más de lo previsto por la falta de acuerdo pero no hubo caso. Los puntos del borrador habían sido consensuados por once pero uno, Colombia, dijo que no. Con todo, los participantes buscaron dar un panorama positivo sobre las conversaciones.

“Una de las claves de esta reunión ha sido la constatación del fortalecimiento de la Unasur”, explicó en la conferencia de prensa el canciller ecuatoriano Fander Falconí, país anfitrión debido a que ocupa la presidencia pro témpore del bloque. Para llegar a esa conclusión sostuvo que los doce países integrantes “no tienen que ir a instancias internacionales para resolver problemas”.

Colombia se mantuvo cerrada a la exigencia del resto de los países que querían expresar en el documento que se darían garantías formales de que las tropas extranjeras que actúen en el bloque no pueden desarrollar ningún tipo de actividad que pueda afectar a terceros países, entendiendo por eso desde monitoreos a movimientos militares.

Los representantes colombianos, aparentemente, no habían viajado preparados para dar respuesta a ese requerimiento. Los llamados que hicieron a Colombia tampoco arrojaron resultado positivo. Por lo que quedaron en trasladar las inquietudes a Bogotá y preparar para la próxima una fórmula que sea aceptable para todos. Su argumento fue que no podían comprometerse a informar de todos los movimientos militares que se hicieran en su territorio porque comprometían la confidencialidad de las tropas norteamericanas. Afuera de la sede del hotel Hilton Colón donde se desarrolló el encuentro, el canciller colombiano Jaime Bermúdez optó por repartir culpas. “Hemos dicho que estamos dispuestos a avanzar en las medidas de confianza y en las garantías en todos los temas, pero también muy importante que se pueda avanzar en el tema de compra de armas, armamentismo, ejercicios, pruebas nucleares”, sostuvo.

Brasil y Argentina volvieron a jugar un rol mediador entre Colombia y sus vecinos Venezuela y Ecuador, pero el resultado fue frustrante. “Apuntamos a crear medidas de construcción de confianza”, explicó Taiana, y justificaba los desacuerdos: “Se está creando una doctrina de seguridad para Sudamérica”.

eunião da Unasul termina sem consenso


da Folha Online
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A reunião de ministros da Unasul (União de Nações Sul-Americanas) terminou nesta terça-feira em Quito após horas de debates em um clima de desconfiança sem que a Colômbia tenha apresentado seu acordo militar com os Estados Unidos. Os ministros falharam em conseguir um acordo para aliviar as tensões na região, alimentadas ainda por uma bilionária compra de armas russas pela Venezuela, mas o chanceler equatoriano, Fander Falconí, disse que o encontro fortaleceu o organismo sul-americano.

O grupo de nações pediu transparência nos acordos de defesa para tentar superar a desconfiança entre o governo conservador da Colômbia e seus vizinhos socialistas na região andina, mas o encontro, que tinha o objetivo de colocar em prática as intenções manifestadas pelos chefes de Estado em um encontro no mês passado, não resultou em consenso.

'Infelizmente, nós não chegamos qualquer resolução', disse o chanceler da Bolívia, David Choquehuanca, a repórteres.

O Chanceler equatoriano, anfitrião do encontro, tentou transmitir uma visão mais otimista. Ele disse que uma das chaves da reunião foi 'a constatação do fortalecimento da Unasul', um organismo que 'não tem que ir a instâncias internacionais para resolver problemas'. Em relação ao acordo militar sobre as bases colombianas, um dos focos de preocupação de vários países da Unasul, Falconí informou que o assunto 'vai seguir em discussão'.

Tanto o chanceler da Bolívia, como Nicolás Maduro e Ramón Carrizales, chanceler e ministro da Defesa venezuelanos, respectivamente, lamentaram, porém, que a Colômbia não tenha apresentado o documento do acordo em discussão para a utilização de sete bases militares em território colombiano por soldados e funcionários civis dos EUA.

'Lamentavelmente não chegamos a soluções. Lamentamos a atitude da Colômbia, a intransigência da Colômbia, que não quer transparência em seu convênio sobre as bases militares', disse o ministro boliviano a jornalistas. Segundo Choquehuanca, os outros onze países membros da Unasul chegaram a um acordo, enquanto a Colômbia 'ficou isolada em alguns temas'.

O chanceler colombiano, Jaime Bermúdez, no entanto, disse que não foram dadas garantias em temas de cooperação, armamentos e grupos 'terroristas' na região.
A Colômbia disse, de maneira explícita, que está disposta a avançar nas medidas de confiança e nas garantias sobre todos os temas, incluindo o acordo de cooperação, mas também sobre a compra de armas, armamentismo, exercícios e testes nucleares'.

'Não se obteve um acordo sobre todos estes temas e será preciso seguir trabalhando com ânimo positivo para se chegar a uma solução final', disse Bermúdez à imprensa, ao destacar que a pauta não envolveu apenas a questão do acordo entre Bogotá e Washington sobre o uso das bases.

A ampliação do debate para os acordos de compras de armamentos de outros países --especialmente os recentes contratos da Venezuela com a Rússia-- foi um dos pontos defendidos pelos colombianos, como forma de sair do foco das críticas dos governos esquerdistas da região.

O ministro da Defensa da Venezuela, Ramón Carrizalez, destacou que seu país 'tem a obrigação constitucional de se proteger', ao justificar um crédito de US$ 2 bilhões para a compra de armamento da Rússia, incluindo 92 tanques T 72 e um número não determinado de mísseis antiaéreos.

Mas o anúncio da compra das armas russas chamou a atenção de outros países.

O presidente do Peru, Alan García, enviou uma carta aos representantes dos 12 países em Quito pedindo um 'freio' na corrida armamentista por meio de um pacto de não agressão militar.

Bermúdez defendeu a discussão de todos os negócios de compra de armas, além do problema do narcotráfico e do terrorismo, que fazem 'parte da agenda central de qualquer região'.

Já Maduro e seu colega equatoriano insistiram no tema do uso das bases militares colombianas por tropas americanas.

O chanceler colombiano disse que seu país acredita que 'é preciso cumprir com o mandato estabelecido pelos presidentes na Cúpula de Bariloche, que é o de promover medidas de confiança em todos os aspectos enumerados previamente'.

O ministro colombiano da Defesa, Gabriel Silva, estimou que 'as garantias devem ser exigidas não apenas para um, mas para todos' os países.

'Não basta pedir garantias para uma questão e deixar de lado as preocupações dos demais', disse Silva, em referência a compra de armas russas por parte da Venezuela.

'Queremos que haja um compromisso de verdade na luta contra o narcotráfico, que se compartilhe a informação sobre as atividades ilegais [...]. Esta é a cooperação integral que estamos buscando'.

O chanceler Celso Amorim disse que o Brasil quer 'garantias' de que o pacto militar entre Bogotá e Washington não vá ultrapassar as fronteiras colombianas, mas reconheceu o direito de cada país da região de celebrar seus próprios acordos na área de defesa.

Tanto a Colômbia quanto a Bolívia confirmaram que caberá ao Equador, que detém a presidência rotativa da Unasul, a decisão sobre se uma nova reunião do grupo será convocada.

Para o chanceler equatoriano, na reunião houve 'pontos de consenso e de desacordo'. Ele disse que entre os avanços está o estabelecimento de mecanismos para troca de informação e de cooperação em matéria de segurança.

Com Reuters, Efe e France Presse

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martes, septiembre 15, 2009

Carta al compañero Pino



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Página/12
Por Mempo Giardinelli
Estimado Pino:
Aunque nunca nos vimos, estuve siempre cerca suyo, por lo menos desde La hora de los hornos. Lo acompañé después, cuando el antimenemismo. Admiré su cine, apoyé su gestión legislativa y hasta hice guardia en la vereda del sanatorio de la calle José Hernández cuando lo balearon cobardemente.
Le escribo desde estos humildes pergaminos y desde la simpatía que me produjo su retorno a la política. Y aunque no vivo en Buenos Aires, probablemente hubiese estado entre los que alentaban su acercamiento a Carlos Heller para las elecciones del 28 de junio, que pudieron significar –de haber ido juntos– la sepultura del macrismo.

Estas líneas son para decirle que ahora tiene usted razón en casi todo lo que plantea en la tele: nacionalizar Telecom; garantizar que con los dineros públicos no se hagan negocios privados y muchas otras, casi todas sensatas, anheladas y compartibles.
Tiene razón también al fustigar al kirchnerismo en sus desprolijidades, oscuridades y posibles corruptelas. Aunque yo creo que usted exagera cuando los compara con el menemato, porque no son lo mismo.
Hay enormes diferencias y le voy a dar sólo tres ejemplos, para no abundar: los K fueron erráticos y desacertados con la propuesta del Tren Bala felizmente congelada (yo escribí en este diario al respecto), pero no fueron los que desmantelaron los ferrocarriles. Los K son esquivos y tienen doble discurso, pero a la Corte Suprema la adecentaron ellos, mientras que Menem instaló y mantuvo allí a una especie de pandilla adicta. Los K llevan adelante una política de Defensa ejemplar, como nadie llevó en este país en democracia. Y tenemos hoy una Ley Nacional de Educación que vino a sustituir la destructora Ley Federal de Menem, Decibe y García Solá.

Son más de tres ejemplos, y dejo de lado una política de derechos humanos como millones de compatriotas, y supongo que usted también, siempre quisimos por lo menos desde 1983. La cual es muchas veces más declarativa que efectiva, desde ya, pero innegablemente permitió avances extraordinarios en el más árido y dificultoso terreno de la recuperación democrática.

Por favor, Pino, no se le ocurra simplificar esto acusándome de kirchnerista, porque no lo soy. Tampoco formo parte de la Carta Abierta de intelectuales, ni tengo amigos en el poder, ni me deben ni debo favores. En 2003 no voté a Kirchner y en 2007 sí voté a Cristina, como lo hicieron millones de argentinos/as que ya veíamos el avance de toro furioso de una derecha conservadora que –lo viene probando– es capaz de decir y hacer absolutamente cualquier cosa.

O sea que le hablo –le escribo– como un simple compatriota, independiente a rabiar, ni sé si de izquierda, que tiene la posibilidad de hacer público su pensamiento. Y que se siente alarmado por lo que considera su ceguera, Pino. La suya y la de algunos de sus respetados compañeros más cercanos.

No se ofenda, que la ceguera no es insulto. Es simplemente la imposibilidad de ver. Y a mí me parece, dicho sea con todo respeto, que usted no ve por lo menos lo siguiente:

1. Que éste es un proyecto superador, aunque tenga puntos cuestionables. Hoy nuestro país tiene la oportunidad de sancionar un régimen nuevo, infinitamente mejor que el horrible mamarracho que es la ley de Videla. Le recuerdo, al respecto, que si usted y los que le responden no votan esta ley, de hecho y aunque quieran diferenciarse, serán responsables de que sigamos regidos por esa ley infame, la 22.285 de la dictadura.

2. Que a millones de compatriotras nos importa un pito la pelea entre Clarín y Néstor K. Pero sí nos importa que esta será una ley antimonopólica. Abre espacios a la participación de sectores marginados (y tiene usted razón en que por esa puerta pasarán las fundaciones de las grandes empresas, pero en la Argentina hay miles de fundaciones serias y honradas, dicho sea advirtiendo que la que yo presido no tiene el menor interés en ser de la partida). Pone límites como nunca los hubo, y aunque es verdad que es oscura la autoridad de aplicación, le recuerdo que hoy ni siquiera hay autoridad, pues lo que hubo hasta ahora fue un Comfer idiota. Protege a la infancia y la niñez. Fomenta el cine argentino y la producción nacional. Y respecto de las telefónicas, el tema parece haber quedado resuelto ayer.

Entonces, ¿cómo oponerse, Pino? ¿No se da cuenta a quién/quiénes va a favorecer el rechazo de esta ley? ¿Cómo van a hacer después sus diputados, una vez diferenciados del Gobierno, para diferenciarse de cívicos y republicanos que están más ciegos que Polifemo y que por desdicha no saben lo que hacen, escupiendo sobre sus historias y sus trayectorias?

¿Cómo es posible que el fanatismo anti K los lleve a coincidir con lo más reaccionario del país, esos sectores que siempre frenan el carro de la Historia? Y no es que los K signifiquen la modernidad –Dios libre y guarde–, pero ésta no es “la ley K” que dicen los cartelitos bajo los que usted habla en los muchos programas a los que ahora lo invitan. Esta ley es de cientos de organizaciones y de miles de personas y comunicadores que venimos luchando y haciendo docencia desde hace muchos años. Sería bueno que eso se respetara; que usted y los diputados que le son leales lo tuvieran en cuenta.

Porque es necesaria esta ley, aun con sus errores, Pino. Por más que usted tenga razón en casi todo lo que cuestiona, hay algo que es seguro: para el pueblo argentino nada va a estar peor con ella, y muchísimas cosas tendrán mejores posibilidades. Pero todo va a ser mucho peor si la rechazan.

Dios o el destino, o el ignoto Ojalá quieran que usted y los suyos no se equivoquen. Porque va a ser un error fiero. De consecuencias peores que cualquiera que usted imagine para este país después de esta ley.

Un saludo atento, respetuoso y cordial."

Uruguay: Iglesias invitan a partidos políticos debatir sobre el país

ECUPRES

AGENCIA DE NOTICIAS PRENSA ECUMENICA

Iglesias uruguayas invitan a partidos políticos debatir sobre el país.

El Consejo de Iglesias Cristianas del Uruguay (CICU); el Consejo de Representatividad Evangélica del Uruguay (CREU) y la Federación de Iglesias Evangélicas del Uruguay (FIEU), remitió una invitación a la dirigencia de los Partidos Políticos de Uruguay para participar a una Mesa de Diálogo que se realizará el 26 de Setiembre, a las 15, en la Iglesia Valdense de Montevideo. Las tres Instituciones reúnen cerca de 710 iglesias que incluye la Católica Romana, Anglicana, las de la Reforma Protestante, Pentecostales, Bautistas, Nazarena y otras más. Es la primera vez que se realiza una reunión de este estilo con las tres agrupaciones eclesiásticas. Se reproduce completo el documento, “La comunidad cristiana, en un tiempo de decisiones para nuestro país”, que se envió a la dirigencia de los Partidos Políticos de Uruguay.

La comunidad cristiana, en un tiempo de decisiones para nuestro país.

Montevideo, Setiembre del 2009

La realidad social es una sola y la necesidad de encarar numerosos aspectos de la misma que consideramos atentatorios contra la dignidad del ser humano, debe ser considerada siempre a partir de su unicidad. La distinción de áreas específicas en la realidad social, tiene la finalidad de facilitar su consideración particularizada y de articular mejor la especificidad de las respuestas. No obstante, siempre la referencia es a personas y grupos humanos concretos que sufren una realidad no humanizante.

Al mismo tiempo, esa problemática no es solamente de las personas que la padecen, sino que es del conjunto de la sociedad uruguaya, ya que esas situaciones necesariamente afectan al conjunto social. Es a partir de nuestra vivencia y compromiso con las personas, creación de Dios, que queremos compartir estas puntuaciones.

A los efectos de esta propuesta, hemos destacado tres áreas que consideramos las principales a encarar debido a su urgencia y gravedad: la "pobreza-marginación", la "exclusión" y la "violencia". Se trata de aspectos de la sociedad uruguaya que necesitan de respuestas profundas, urgentes y de largo plazo. Además del sufrimiento de las personas concretas, derivado de estas realidades, el conjunto de la sociedad está alcanzando niveles de fractura que si no son atendidos de inmediato y con seriedad, corren el riesgo de volverse irreversibles.

Pobreza y marginación.

* Es una realidad que tenemos alrededor, al alcance de la vista y nos golpea cada día. En la rutina tendemos, quizás, a considerarlo algo normal, pero se trata de una realidad alienante e indigna.

* No es nuestra intención espiritualizar el problema, hablando de la pobreza del alma. Queremos hablar ahora de la pobreza material: del hambre, del frío, la falta de techo, las necesidades básicas insatisfechas, los anhelos frustrados por la carencia de un elemento básico, central y clave: el dinero.

* En nuestro contexto aparece una estratificación social, que instaura una grosera diferencia entre la clase alta que detenta poder, prestigio y bienes materiales; una clase media que ansía ascender y que lucha por no caer; y una clase pobre sujeta al sufrimiento que se desprende de su propia condición y condenada a padecer necesidades en todos los aspectos esenciales de la vida.

* Pobreza y marginación son dos aspectos de una misma realidad que, si bien pueden distinguirse, no obstante están íntimamente relacionados. De hecho, la pobreza, sin oportunidades sociales y sin horizontes personales de superación, conduce a la marginación.

* Se destaca la importancia de la educación más amplia e inclusiva, superando los límites del sistema educativo formal, que atienda también a los aspectos personales que, con los factores sociales concurrentes, influyen en los procesos de marginación.

* En ese contexto, se visualiza especialmente la necesidad de una educación que apoye la construcción ética de las personas (en valores, derechos humanos, etc.) de modo real y práctico, superando los aspectos puramente formales o meramente declarativos de los programas.

* La superación de la realidad humanamente indigna de la pobreza y la marginación, exige transformaciones sociales tendientes a disminuir seriamente la brecha de posibilidades económicas, que profundiza cada vez más la estratificación de nuestra sociedad. Asimismo, son imprescindibles acciones que involucren directamente a las personas y los grupos sociales marginados, que impliquen la promoción de su dignidad y sus posibilidades económicas para no caer en formas asistencialistas.

Exclusión.

*En menos de un siglo nuestra sociedad ha tenido cambios fundamentales en la formas de convivencia, trabajo, producción, familia, necesidades y tiempos. Formas que eran de suma importancia en nuestra adolescencia ya no lo son o han sido sustituidas por otras en la adolescencia de nuestros hijos. Se constata una gran transformación en el mundo del trabajo, hay una menor presencia familiar, las necesidades son determinadas por el mercado: ser es tener y el que no entra termina siendo excluido.

* Los tugurios ocupan el espacio que antes eran barrios obreros. Hay una localización espacial de clases sociales, marcando un distanciamiento físico. No es el círculo de exclusión clásico de la periferia de la ciudad. Son enclaves que se dan próximos a oportunidades económicas o de trabajo (ciudad vieja, noroeste, oeste). Hay una migración interna en Montevideo hacia esas zonas, como también una expulsión hacia los departamentos de Canelones y en menor medida San José.

* Residir en esos enclaves se vuelve un elemento descalificador para aquellos que están en la búsqueda de empleo. De igual modo hay una relación entre los que tienen la posibilidad de acceder a la educación/formación y el acceso al trabajo. Ello afecta en gran modo según uno sea calificado o no calificado.

* A pesar que el índice de pobreza ha sido estable, ha habido un aumento en la criminalidad en estos años, que está vinculada a la situación de exclusión social, donde la persona queda al margen de medios legales de vivencia. La dificultad de poder satisfacer aspiraciones de consumo por vías legítimas es resuelta por vías reñidas con la convivencia comunitaria. El vecindario reemplaza a la familia en la formación de cultura y de espacio de contención.

* Cuando, por ejemplo en Montevideo, se habla de: al norte de Av. Italia o al sur de Av. Italia, se está hablando de una partición social cada vez más evidente, con sus códigos y su cultura. Dos ciudades paralelas. Una con escasos servicios y sin derechos ciudadanos, la otra no. Hay un país que no existe, para el cual no se planifica. Son dos países/ciudades sin vínculo entre ellas, sin intención de integración. Situaciones similares se constatan en múltiples localidades del interior. Las condiciones indican que se está en una situación límite a punto de volverse ingobernable, como ha ocurrido en otros países latinoamericanos.

* El Estado es visualizado por los ciudadanos que cuentan con servicios y derechos, en el rol de contener -disuadir, pero no en el rol de reintegrar - resolver.

Violencia.

*Al referirnos a la violencia como problemática creciente en nuestra sociedad, lo hacemos en una perspectiva que trasciende los emergentes individuales o colectivos que se dan en forma aleatoria y asume un nivel de estructura socio-cultural. En ese sentido apuntamos a una problemática que trasciende la comúnmente llamada "seguridad ciudadana", aunque la incluye como una de sus manifestaciones más visibles.

* Nos preocupa analizar en profundidad la cuestión, para poder atacar las causas y no solamente los fenómenos cruentos, porque atacando la sintomatología del problema nunca vamos a poder resolverlo verdaderamente. Entendemos que la violencia es, en último término, un modo de resolver los conflictos de modo impositivo. Esta realidad abarca a toda la sociedad, de todos los estratos sociales y de todas las personas. Si bien existen grandes diferencias en el modo en que cada persona y grupo maneja la cuestión de la violencia y eso no es menor, no obstante todos participamos de ella. Los medios de comunicación y el cine aportan su cuota innecesaria de promoción de la violencia.

* El modo impositivo de encarar los conflictos personales y sociales está en todos los ámbitos. Por ello, los afloramientos de violencia verbal, física, ocurren en todos los ámbitos: violencia doméstica (incluso entre adolescentes y padres), urbana (tráfico, via pública), grupal (hinchadas, barras bravas) y aun en centros educativos. El consumo de alcohol y otras drogas estimula la violencia a límites irreparables. Permea en nuestra realidad una concepción de que la sociedad inevitablemente se desliza a ser una selva y que toda relación es de competencia. Así, parecería que o uno se impone a los otros o los demás terminarán imponiéndose sobre uno.

* La identidad de los grupos sociales se define más por la oposición que por la construcción colectiva. Aunque es más nítido en la juventud, no obstante nos está alcanzando a todos. La agresividad nace en gran medida de la impotencia. La falta de formación adecuada para afirmarse en su identidad, así como la falta de caminos claros para buscar los propios objetivos, generan la sensación de impotencia que fácilmente conducen a la violencia.

* Si bien la violencia atraviesa a la sociedad uruguaya toda, hay sectores en los que se proyecta como si fuesen los responsables de que suceda. Así se da una estigmatización social especialmente de los jóvenes y los pobres, generándose una prevención sistemática contra ellos.+ (PE)

PreNot 8404

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Velatropa, una aldea oculta en la Capital Argentina

envío de Grupo "Ciudades Saludables"
Franco Varise

La ciudad de Buenos Aires esconde una aldea. Sí: una aldea de verdad, con personas y construcciones rudimentarias; huertas, ritos y todo eso. Un extraño rincón de la ciudad que permanece fuera del sistema y donde el tiempo no tiene tiempo. O, por lo menos, eso es lo que desearían quienes lo habitan y construyen.

Velatropa comenzó a levantarse hace dos años en los cimientos de lo que iba a ser el pabellón cinco de la Ciudad Universitaria, frente al estadio de River Plate. El espacio, abandonado desde hace décadas, pertenece a la Universidad de Buenos Aires (UBA), que tolera su presencia, y en algún momento hubo en las proximidades otro tipo de asentamientos, como la controvertida 'villa rosa', que ya no está.

Oculta entre los árboles, la vegetación y el hormigón, la curiosa ecoaldea es un secreto para la mayoría de los porteños, pero bastante difundido entre los estudiantes y las autoridades universitarias. 'Sí, claro, los pibes de la aldea están por allá', indicó el encargado de la playa de estacionamiento del complejo universitario.

Un sendero por detrás de los pabellones paralelo a la orilla del río lleva hasta una especie de portal del que cuelgan unas cintas de tela y un cartel que dice: 'Bienvenidos a la ecoaldea Velatropa'. El camino sigue hacia las entrañas de un espacio en constante construcción. Allí surge de la nada un 'refugio de invierno' que conjuga salón, mesas, sillones y sillas, un espacio de estudio, una cocina de barro y el guardabicicletas comunitario. Cuentan, también, con un panel solar para proveerse de luz y una canilla de agua corriente cedida por la UBA.

Puede parecer increíble, pero el proyecto gestado al calor de algunos estudiantes creció al punto de que los velatropenses ya son alrededor de un centenar. Los fines de semana cocinan comidas naturales que comparten entre todos y, al caer el sol, plantan un árbol frutal (hay cerezos, paltas y ciruelos). Esos retoños pugnan por crecer en una tierra generada a partir de los rellenos sobre el río.

La mayoría de los velatropenses, de entre 20 y 30 años, no vive allí y trashuman entre sus casas céntricas y esta especie de vergel ultraecológico donde no está permitido fumar -hay un sector especial para hacerlo- ni beber alcohol. Las construcciones están proyectadas a partir de barro y materiales totalmente reciclados -botellas, maderas, plásticos-, con diseños libres con aires gaudianos o modelos físicos. También hay carpas. Y un sistema informal de riego para la huerta. Los aldeanos se llaman entre sí 'hermanos', se guían por el calendario maya y viven según las directrices de la 'permacultura'.

Velatropa no sería tan rara si no fuera porque está enclavada en plena ciudad. En la Argentina existen otras ecoaldeas, como Gaia, en la localidad bonaerense de Navarro, o Jardín Paz Mundial, en Epuyén. Pero aquí el contexto es bien distinto. Mientras los velatropenses meditan en círculo, un avión pasa a muy baja altura y ruge sobre sus cabezas antes de aterrizar en el Aeroparque. El ruido del tránsito de la avenida Leopoldo Lugones trastoca, por momentos, el silencio natural que anhelan los aldeanos.

Pero a Flor, una de las velatropenses, no parece importarle. 'Esto es de todos, no es nuestro... Queremos enseñar que se puede vivir de otra manera con respeto a la tierra, en paz y en armonía con la naturaleza', dice esta estudiante de física con un nivel de argumentación contundente. 'Mi familia dice que soy otra persona desde que estoy acá y están recontentos, porque antes de encontrar este lugar alquilaba un departamento con amigas, trabajaba de camarera y ni siquiera había terminado el secundario. Acá encontré un sentido a mi existencia', agregó.

En realidad, los velatropenses no quisieron participar de esta nota, al señalar que no están 'preparados' para enfrentar a la prensa. Es que quizá resulte muy sencillo encontrar la aldea, pero, en cambio, no es tan fácil conocer a los 'aldeanos' un poco más allá de lo que consideran su 'obra'.

Velatropa, aunque parezca a primera vista libertaria, está regida por una organización compuesta por dos consejos que toman las decisiones en reuniones programáticas que se realizan dos veces por semana. Incluso tienen un blog (aldeavelatropa.blogspot.com) donde difunden sus técnicas de producción, reciclado y construcción.

La idea es que quien desee participar de la iniciativa realice tareas concretas. 'No podés caer con una carpa y quedarte sin hacer nada', susurra uno de ellos con el ceño bastante serio. 'Es un nodo ecológico de desarrollo sustentable, interdisciplinario y autogestionado por estudiantes de la UBA', puede leerse en un folleto sobre la mesa del refugio. Y sigue: 'Nuestro proyecto a futuro es, en combinación con las autoridades de la UBA, poder reciclar toda la basura de la Ciudad Universitaria'.

A estas alturas, la pregunta se plantea sola: ¿y de qué viven? Ellos aclaran que tienen un nivel de gasto casi nulo. No parece extraño a simple vista, aunque también cocinan empanadas que venden entre los alumnos de la Ciudad Universitaria, donde ya son un clásico. Todos son vegetarianos y buena parte de los productos que consumen son el fruto de las huertas diseñadas sobre terrenos formados con escombros de hormigón.

El secreto no puede mantenerse para siempre. En Velatropa lo saben, y aunque los perturba, confían en seguir adelante, reciclándose."

Argentina: MINISTRA DE DEFENSA EN LA REUNIÓN DE UNASUR

La ministra de Defensa, Nilda Garré, viajó a Quito junto al titular de Relaciones Exteriores Jorge Taiana, para participar de la Reunión Extraordinaria de Cancilleres y Ministros de Defensa de la Unión de Naciones Suramericanas (UNASUR) convocada por los presidentes del organismo reunidos en Bariloche pocos días atrás.

En aquella reunión, reunida en el país por iniciativa de la presidenta Cristina Fernández de Kirchner, los mandatarios suramericanos decidieron ante la próxima ubicación en bases militares de Colombia de instalaciones y efectivos de los Estados Unidos, ratificar sus posiciones sobre la materia y convocar en Quito para hoy y mañana a la reunión arriba mencionada.

La ministra Garré estuvo la semana pasada en Washington en una visita al Departamento de Defensa (Pentágono), planteada con anterioridad a este diferendo. En la ocasión, cuando planteó al secretario de Defensa norteamericano Gates, el tema del documento de Movilidad Aérea, emitido como Libro Blanco de la Fuerza Aérea de los Estados Unidos, el alto funcionario norteamericano señaló que el mismo ”no expresa la política del gobierno de los Estados Unidos.

La ministra viajó a la capital de Ecuador acompañada por Alfredo Forti, secretario de Asuntos Internacionales del Ministerio de Defensa.

Buenos Aires, 14 de septiembre de 2009

lunes, septiembre 14, 2009

ley de comunicación audiovisual: ¿Se puede o no?


Página/12
Por Eduardo Aliverti

Suele ocurrir que cuanto más difícil resulta entender un episodio o problema, de cualquier índole, la respuesta adecuada sea la más sencilla. Lo complicado es que la elementalidad del diagnóstico suponga facilidad de solución. Una vez más, aquello de que lo difícil no es explicar la realidad sino modificarla.

Hay la lamentable sensación de que el insólito operativo en el Grupo Clarín concluyó por empiojar el debate sobre la ley de medios audiovisuales.
Hablar de “debate” es en realidad demasiado pretencioso, porque esa palabra debería remitir a cierto piso de estatura profesional en la observación del objeto de estudio.
Y lo que rige hasta ahora, por parte de los núcleos de poder que cuestionan el proyecto, es simplemente una crítica feroz apoyada en denuncias políticas que no logran justificar técnicamente. Una campaña salvaje, motorizada por la inquietud corporativa frente a los negocios formidables que se ven afectados, no es un debate. Es una disputa de correlación de fuerzas.
Este punto es imprescindible para encuadrar lo sucedido la semana pasada. Y después, para resignificarlo de acuerdo con lo que hay en juego. Está clarísimo que Clarín es el principal beneficiado por esa asombrosa requisa impositiva, para cuya inoportunidad política no alcanzaría calificativo alguno. Aun cuando se contemplen los niveles de arrebato y ensimismamiento de que hacen gala los Kirchner, pensar que pudieron haber ordenado una cosa así, o que un descerebrado obró por las suyas bajo simple ignorancia del titular del organismo oficial, es afrentar al sentido común.
Fuentes muy directas, de acceso presencial a lo que se vivió en Olivos el jueves a la noche, ya informaban de una maniobra de servicios de inteligencia en o desde las segundas líneas de la AFIP. Y después, un peine ¿complementario? de esa inferencia derivó en que se hablara de una pantomima financiada presuntamente desde fuera del organismo, aunque todavía sin clarificar ni la fuente de financiación ni el origen del despampanante poder demostrado.
Le hicieron al Gobierno una cama de aquéllas, pero, muy lejos de atenuar la responsabilidad de los K, la agrava.
Meterse sin más red que la confianza en sí mismos en una guerra de este tamaño, mucha más violenta que la del “campo” porque hay en danza el poder multimediático, es una irresponsabilidad enorme.
Hace siete días, esta columna recaía en la pregunta de si el oficialismo tiene espaldas de amplitud y movilización para enfrentar a contendientes semejantes, así sean circunstanciales.
Y frente a esta grosería de un batallón de inspectores en el corazón del bando contrario, sirviéndole en bandeja la victimización, cabe preguntarse cómo es posible que se les escape la tortuga de los servicios. Ya sea porque fue ahí desde donde se maniobró, o bien porque no supieron prevenir una jugada en la que intervino más de un centenar de personas.
Hay aspectos incontrolables incluso calculándolos, como el vice Cobos usando su despacho para juntar a toda la oposición contra el proyecto. Una actitud repugnante, digna de un inmoral, elegido por las corporaciones de “prensa” como el candidato casi perfecto si no fuera por las reminiscencias delarruistas que porta.
Eso no puede evitarse y desde una mirada especulativa hasta puede verse como favorable, porque sirve para ratificar y exponer a la tropa que se enfrenta. Pero la desidia a propósito de las maniobras serviciales es imperdonable. Que los hayan operado en esta forma habla pestes de cuánto hay en el kirchnerismo de muñeca política y capacidad de imprevisión.

¿Qué esperaban al encajarse, por las razones que fueran, contra los negocios de quienes conducen, virtualmente, la información y la agenda opinativa del país?
Les sacaron el fútbol, les niegan la fusión del cable, les meten la norma japonesa para digitalizar y largan un proyecto de ley que les reduce al 35 por ciento la penetración de mercado. ¿
Una batería así y descuidaron la SIDE? Nadie está exento de sufrir operaciones. Pero vaya con la diferencia entre no poder eludirlas por descuidos o yerros tácticos y carecer de una estrategia global. En esto último se incluye la mala, pésima, comunicación gubernamental para explicar con eficiencia las características de un proyecto sobre medios que ha sido una construcción mucho más vasta que la de oficinas oficialistas.
Gente que lleva años trabajando en esto. Que tiene livianas o profundas diferencias con los K o con sus modos, pero que sabe separar lo principal de lo secundario. Gente que sabe entender a la mediática como la más decisoria de las estrategias en el engranaje de poder.
No se puede rifar tanto trabajo dejando flotar el recelo de que ésta es nada más que una guerra contra Clarín. La incluye, desde ya, como abarca también a otros sectores a los que ese y otros medios sirven de parlante. Pero no puede acabar ahí.
Hay que informar infinitamente mejor.
Hay que desnudar las mentiras esparcidas por los afectados o los pusilánimes, a diestra y siniestra. Porque mienten cuando dicen que el Estado se quedará con todo, mienten cuando afirman que se pueden quitar las licencias cada dos años, mienten cuando no dan cuenta de que ningún país del mundo “serio” –como dicen ellos– permite una concentración de medios como la Argentina.
Mienten, pero el Gobierno no sabe comunicar que mienten. Su política de información pasa más por marketineo fraseológico que por data concreta. Están sujetos al arbitrio de las peleas solitarias que libran algunos pocos entendidos, y otros pocos analistas sueltos, contra la maquinaria infernal de goteo permanente, incansable, taladrante, de grupos mediáticos y socios ideológicos.
Quitarles el fútbol fue poco menos que terminal para su estructura de ingresos, y algunos aspectos azarosos hicieron que los nervios terminaran de estallar. Si la Selección Argentina de fútbol no se clasifica al Mundial, la pérdida de publicidad será un mazazo rematador en sus proyecciones de ingresos.
¿O alguien piensa seriamente que estamos hablando de libertad de prensa?

Es momento entonces de volver al principio. A la sencillez de lo complejo. Con esta ley se mide eso que la derecha llama “calidad de las instituciones”, y que sirve para saber cuánto las instituciones responden a la derecha.
La batalla con los campestres fue un gran primer round que ganaron éstos, al convencer a las capas medias –con la ayuda de los horrores procedimentales del Gobierno– de que debían hacer propio el discurso de las patotas agrarias. Y ahora hay ésta, la más grande, que verificará si es posible (comenzar a) avanzar contra los cíclopes mediáticos dueños del mensaje.
Si no hay tenida eficaz con ellos, no la habrá contra ningún factor de poder. Lo que pase con esta ley constatará la auténtica valentía de nuestra democracia.

Porque la suerte de este proyecto mide, quizá como nunca, lo que se puede y lo que no en este país.

Fidel

* Reflexiones *

Almeida vive hoy más que nunca

13 Septiembre 2009
Pienso que enfrentar la muerte era para él era un deber como todos los que cumplió a lo largo de su vida; no sabía, ni tampoco nosotros, cuánta tristeza nos traería la noticia de su ausencia física. (texto completo)

Reflexiones del Comandante en Jefe:

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